domingo, 12 de março de 2017
NÃO É UMA PINTURA!!!
Não acreditem se não quiserem: eu própria ainda não acredito. Tirei esta foto com uma câmara fotográfica daquelas mais simples no Jardim Zoológico de Lisboa há coisa de um ano, mas devo ter tremido da forma mais correta possível, porque não me saiu uma foto, mas uma PINTURA! Só posso dizer que adoro a minha maquininha e os seus muito variados efeitos especiais. Nem precisou de retoques XD
sexta-feira, 10 de março de 2017
Falésias Patrióticas
Há cerca de dois anos fomos passar um fim-de-semana ao Algarve para comemorar o aniversário de um tio. No regresso passamos por várias praias e vilas e cidades de visita. Não sei onde tirei esta exatamente, mas lembro-me de pensar enquanto a minha fiel câmara fotográfica registava o momento que nunca tinha visto falésias mais patrióticas.
Chalet da Condessa
Já falei anteriormente da minha recente visita a Sintra para ver o Chalet. Na verdade tantas vezes que já lá fui (nunca me canso de lá ir) e nunca vou ao Parque da Pena. Desta vez foi para ver o Chalet. que considerei mais bonito ainda que o Palácio no final da visita pela sua simplicidade quando comparado do a residência real. Deixem que vos diga, o nome de Casa do Regalo foi bem escolhido. Parece mesmo uma casa de fadas. E por isso mesmo, apesar de todas as fotografias que lhe tirei por dentro e por fora, nenhuma considerei mais bem tirada que a deste pequeno Regalo no meio de uma floresta quase élfica na sombra do Palácio Real. Que beleza de vista.
Narnia por aqui???
Quem é que não viu ou leu As Crónicas de Narnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa de C.S.Lewis? A história tornada imortal pela Disney tornou-se de tal forma um sucesso que várias das suas cenas mais simples tornaram-se iconicas (apesar de já o serem para quem lera os livros antes do filme).
Onde quero chegar com esta história? Bom, há cerca de duas semanas atrás, fui a Sintra com uma amiga visitar o parque da Pena. Fomos de propósito para visitar o Chalet da Condessa, ou a Casa do Regalo como também era conhecido. Desde que abrira ao público que já tínhamos marcado, desmarcado e remarcado a visita ao pequeno retiro vezes sem conta. Desta vez, farta de rabiscar a minha agenda, decidimos que seria agora ou nunca.
Ora, a caminho do Chalet, quem já o fez sabe que temos várias estradinhas tanto em basalto como de terra batida, e que tudo está muito dentro do estilo do resto dos parques de Sintra: os jardins sempre num estilo selvaticamente desenhado, uma paisagem de floresta virgem de um conto de fadas mas que assim foi criado por mãos humanas, sendo tal precisamente o caso do parque.
Enquanto exploravamos os caminhos que nos levariam mais rapidamente ao Chalet, a conversa entre nós fluia cheia de comparações entre a paisagem que apreciavamos e as das grandes obras literárias que tínhamos lido nos tempos de escola e fora dela. Referências a Eça de Queiroz, Camões, Fernando Pessoa e, num universo mais internacional, Lord Byron, J.R.R.Tolkien e Lewis Carroll. Vários dos elementos de íam surgindo à nossa frente lembravam-nos possíveis cenário do Alice no País das Maravilhas, como a casa do coelho branco, a clareira do chá entre o Chapeleiro e a Lebre, Bagend e a cidade dos Elfos. Mas da mesma que Carroll brilhava neste pequeno recanto do mundo, eu lembrava-me de um outro autor, tão fantástico em estilo como eles e não tão conhecido (penso eu) em Portugal: C.S. Lewis, o grande amigo de Tolkien e autor das Crónicas de Nárnia.
O cenário da barreira entre Nárnia e o nosso Mundo, a entrada para o conto de fadas, o ponto onde o racional e o imaginário se cruzam, o candeeiro surgiu tanto na minha cabeça como no caminho que descia do Palácio para o Chalet. Foi o primeiro marco de tecnologia depois de deixar a parte mais urbanizada do parque, um lampião marcando a descida para um mundo fantástico bem no seio do racional. Nada melhor para iluminar a entrada para um novo mundo e uma nova era.
Onde quero chegar com esta história? Bom, há cerca de duas semanas atrás, fui a Sintra com uma amiga visitar o parque da Pena. Fomos de propósito para visitar o Chalet da Condessa, ou a Casa do Regalo como também era conhecido. Desde que abrira ao público que já tínhamos marcado, desmarcado e remarcado a visita ao pequeno retiro vezes sem conta. Desta vez, farta de rabiscar a minha agenda, decidimos que seria agora ou nunca.
Ora, a caminho do Chalet, quem já o fez sabe que temos várias estradinhas tanto em basalto como de terra batida, e que tudo está muito dentro do estilo do resto dos parques de Sintra: os jardins sempre num estilo selvaticamente desenhado, uma paisagem de floresta virgem de um conto de fadas mas que assim foi criado por mãos humanas, sendo tal precisamente o caso do parque.
Enquanto exploravamos os caminhos que nos levariam mais rapidamente ao Chalet, a conversa entre nós fluia cheia de comparações entre a paisagem que apreciavamos e as das grandes obras literárias que tínhamos lido nos tempos de escola e fora dela. Referências a Eça de Queiroz, Camões, Fernando Pessoa e, num universo mais internacional, Lord Byron, J.R.R.Tolkien e Lewis Carroll. Vários dos elementos de íam surgindo à nossa frente lembravam-nos possíveis cenário do Alice no País das Maravilhas, como a casa do coelho branco, a clareira do chá entre o Chapeleiro e a Lebre, Bagend e a cidade dos Elfos. Mas da mesma que Carroll brilhava neste pequeno recanto do mundo, eu lembrava-me de um outro autor, tão fantástico em estilo como eles e não tão conhecido (penso eu) em Portugal: C.S. Lewis, o grande amigo de Tolkien e autor das Crónicas de Nárnia.
O cenário da barreira entre Nárnia e o nosso Mundo, a entrada para o conto de fadas, o ponto onde o racional e o imaginário se cruzam, o candeeiro surgiu tanto na minha cabeça como no caminho que descia do Palácio para o Chalet. Foi o primeiro marco de tecnologia depois de deixar a parte mais urbanizada do parque, um lampião marcando a descida para um mundo fantástico bem no seio do racional. Nada melhor para iluminar a entrada para um novo mundo e uma nova era.
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